terça-feira, 30 de agosto de 2011

PARA MEDITAR


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

CONHEÇA A VERDADE DA IGREJA CATÓLICA


JESUS ESTÁ VOLTANDO. VOCÊ ESTÁ PREPARADO(A)?


conheça a religião católica como de fato é


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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

CONFIRA AS FOTOS DOS 40 ANOS DA ESCOLA MONSENHOR - EDUCANDO PARA A VIDA


































ESCOLA MONSENHOR COMEMORA 40 ANOS EDUCANDO PARA A VIDA






A Escola Municipal Monsenhor Paulo Herôncio de Melo comemorou nos dia 11 e 12 de agosto do corrente ano, seu aniversário de 40 anos de funcionamento. Localizada no Sítio Buraco da Lagoa, Município de Lagoa Nova/RN, a referida escola desenvolveu o projeto cujo tema: “NOSSA ESCOLA TEM HISTÓRIA”, tendo como objetivo proporcionar momentos de conhecimentos referentes à mesma, resgatando a história e preservando sua memória.
No discorrer do projeto, diversas atividades foram desenvolvidas, tais como: visita ao Museu e ao Abrigo Monsenhor Paulo Herôncio de Melo, na cidade de Currais Novos e entrevistas com as primeiras professoras desta escola, etc.
No dia 11 a programação foi bastante extensa, houve competições esportivas como as modalidades de corrida do saco, corrida atlética e também corrida ciclística em homenagem ao dia do estudante; logo após, houve palestras educativas, apresentação cultural, exposição dos trabalhos escolares e da história da escola, e continuou com uma ação cidadania, onde na oportunidade a comunidade pode desfrutar de serviços de depilação, manicure, corte e escova de cabelos oferecidos pela a escola através das parcerias com as várias secretarias e pessoas discriminados abaixo, além disso foram distribuídos kits de higiene bucal.
A corrida ciclística teve como ganhador o aluno do 4º Ano, José Ailson Firmino que recebeu como prêmio uma bicicleta doada pelo CONISA e nas demais modalidades os ganhadores receberam brindes e medalhas.
No dia 12, (na sexta-feira) foi celebrada uma missa em ação de graças pelo quadragésimo aniversário da escola, onde houve a participação da comunidade, do prefeito Erivan Costa, de vereadores do Município, do secretário municipal de educação Luciano Pereira e do assessor João Maria Assunção. Na oportunidade a escola recebeu o Título de Honra ao Mérito concedido pelo SINTE/RN em reconhecimento aos relevantes serviços prestados a educação pública durante seus 40 anos educando para a vida.
O prefeito Erivan Costa parabenizou a escola pelo seu aniversário lembrando que a mesma foi a primeira escola a ser construída na zona rural deste Município, homenageando ainda todos os funcionários e enfatizando a importância de cada um no processo educacional. Também usaram da palavra a diretora Maria da Guia, o secretário de educação Luciano Pereira e a vereadora e Coordenadora Pedagógica Célia Maria. Todos falaram da importância da Escola para a comunidade. E finalizando o evento foi servido bolo e refrigerante para todos os presentes
Os nossos mais sinceros agradecimentos, de uma forma especial, em primeiro lugar a Deus por ter nos dado a oportunidade de realizarmos este evento; a toda a equipe da Escola, a Prefeitura Municipal de Lagoa Nova, a João Maria Assunção, a Câmara de Vereadores de Lagoa Nova, a Secretaria M. de Educação, Cultura e Desportos, a Secretaria M. de Saúde, ao setor de transportes escolar, ao setor de merenda escolar, a Fundação Cultural José Bezerra Gomes, Ao Abrigo Monsenhor Paulo Herôncio de Melo, a TV a Cabo, ao Grupo GACEC, ao CONISA, ao blog do R. Silva, a Paróquia de Lagoa Nova, as ex-professoras (Dona Conceição, Dona Maria Anunciada, Iva Guimarães, Maria de Lourdes Guimarães, Maria de Fátima Guimarães), aos ex-funcionários desta escola, a vereadora Célia Maria, ao SINTE/RN – Lagoa Nova, a K_Brilho, a ADESCOB, a equipe do CAIC de Currais Novos, com a Ação cidadania e a toda a comunidade lagoanovense.



terça-feira, 24 de maio de 2011

ABORDE OS OUTROS

Aborde os outros sempre com um abraço ou uma palavra de paz.
• Seja humilde.
• Sirva sempre que puder.
• Não reclame, pois quem vive a se queixar é um espinho humano.
• Seja exemplo de paz para aqueles que acompanha o seu dia.

Aborde os outros sempre com um abraço ou uma palavra de paz.
• Seja humilde.
• Sirva sempre que puder.
• Não reclame, pois quem vive a se queixar é um espinho humano.
• Seja exemplo de paz para aqueles que acompanha o seu dia.

Aborde os outros sempre com um abraço ou uma palavra de paz.
• Seja humilde.
• Sirva sempre que puder.
• Não reclame, pois quem vive a se queixar é um espinho humano.
• Seja exemplo de paz para aqueles que acompanha o seu dia.

Aborde os outros sempre com um abraço ou uma palavra de paz.
• Seja humilde.
• Sirva sempre que puder.
• Não reclame, pois quem vive a se queixar é um espinho humano.
• Seja exemplo de paz para aqueles que acompanha o seu dia.

Aborde os outros sempre com um abraço ou uma palavra de paz.
• Seja humilde.
• Sirva sempre que puder.
• Não reclame, pois quem vive a se queixar é um espinho humano.
• Seja exemplo de paz para aqueles que acompanha o seu dia.

Aborde os outros sempre com um abraço ou uma palavra de paz.
• Seja humilde.
• Sirva sempre que puder.
• Não reclame, pois quem vive a se queixar é um espinho humano.
• Seja exemplo de paz para aqueles que acompanha o seu dia.

Aborde os outros sempre com um abraço ou uma palavra de paz.
• Seja humilde.
• Sirva sempre que puder.
• Não reclame, pois quem vive a se queixar é um espinho humano.
• Seja exemplo de paz para aqueles que acompanha o seu dia.

Aborde os outros sempre com um abraço ou uma palavra de paz.
• Seja humilde.
• Sirva sempre que puder.
• Não reclame, pois quem vive a se queixar é um espinho humano.
• Seja exemplo de paz para aqueles que acompanha o seu dia.

sexta-feira, 18 de março de 2011

PENSE NISSO

PENSE NISSO

MATEUS [11]:28 Vinde a mim, todos os que estão cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.
I JOÃO [5]:11,12 E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está em seu Filho. Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida.
APOCALIPSE [3]:20 Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.
I JOÃO [1]:9 Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.
JOÃO [1]:12,13 Mas, a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

ORIGEM DA IGREJA CATÓLICA

Qual a origem da Igreja Católica?




Pergunta: "Qual a origem da Igreja Católica?"

Resposta: A Igreja Católica Romana declara que sua origem é a morte, ressurreição e ascensão de Jesus Cristo em aproximadamente 30 d.C. A Igreja Católica proclama a si própria como a Igreja pela qual Jesus Cristo morreu, a Igreja que foi estabelecida e construída pelos Apóstolos. É esta a verdadeira origem da Igreja Católica? Pelo contrário. Mesmo uma leitura superficial no Novo Testamento irá revelar que a Igreja Católica não tem sua origem nos ensinamentos de Jesus, ou de Seus apóstolos. No Novo Testamento, não há menção a respeito do papado, adoração a Maria (ou a imaculada concepção de Maria, a virgindade perpétua de Maria, a ascensão de Maria ou Maria como co-redentora e mediadora), petição por parte dos santos no Céu pelas orações, sucessão apostólica, as ordenanças da igreja funcionando como sacramentos, o batismo de bebês, a confissão de pecados a um sacerdote, o purgatório, as indulgências ou a autoridade igual da tradição da igreja e da Escritura. Portanto, se a origem da Igreja Católica não está nos ensinamentos de Jesus e Seus apóstolos, como registrado no Novo Testamento, qual a verdadeira origem da Igreja Católica?

Pelos primeiros 280 anos da história cristã, o Cristianismo foi banido pelo Império Romano, e os cristãos foram terrivelmente perseguidos. Isto mudou depois da “conversão” do Imperador Romano Constantino. Constantino “legalizou” o Cristianismo pelo Edito de Milão, em 313 d.C. Mais tarde, em 325 d.C., Constantino conclamou o Concílio de Nicéia, em uma tentativa de unificar o Cristianismo. Constantino imaginou o Cristianismo como uma religião que poderia unir o Império Romano, que naquela altura começava a se fragmentar e a se dividir. Mesmo que isto aparente ser um desenvolvimento positivo para a igreja cristã, os resultados foram tudo, menos positivos. Logo Constantino se recusou a abraçar de forma completa a fé cristã, mas continuou com muitos de seus credos pagãos e práticas. Então, a igreja cristã que Constantino promoveu foi uma mistura de verdadeiro Cristianismo e paganismo romano.

Constantino achou que, com o Império Romano sendo tão grande, vasto e diverso, nem todos concordariam em abandonar seus credos religiosos e abraçar o Cristianismo. Então, Constantino permitiu, e mesmo promoveu a “cristianização” de crenças pagãs. Crenças completamente pagãs e totalmente não-bíblicas ganharam nova identidade “cristã”. Seguem-se alguns claros exemplos disso:

(1) O Culto a Ísis, deusa-mãe do Egito e esta religião, foram absorvidas no Cristianismo, substituindo-se Ísis por Maria. Muitos dos títulos que eram usados para Ísis, como “Rainha dos céus”, “Mãe de Deus” e “theotokos” (a que carregou a Deus) foram ligados a Maria. A Maria foi dado um papel exaltado na fé cristã, muito além do que a Bíblia a ela atribui, com o fim de atrair os adoradores de Ísis para uma fé que, de outra forma, não abraçariam. Na verdade, muitos templos a Ísis foram convertidos em templos dedicados a Maria. A primeira indicação clara da Mariologia Católica ocorre nos escritos de Origen, que viveu em Alexandria, Egito, que por acaso era o lugar principal da adoração a Ísis.

(2) O Mitraísmo foi uma religião no Império Romano do 1º ao 5º século d.C. Foi muito popular entre os romanos, em particular entre os soldados romanos, e foi possivelmente a religião de vários imperadores romanos. Mesmo que jamais tenha sido dado ao Mitraísmo um status “oficial” no Império Romano, foi de fato religião oficial até que Constantino e imperadores romanos que o sucederam substituíram o Mitraísmo pelo Cristianismo. Uma das principais características do Mitraísmo era a refeição sacrificial, que envolvia comer a carne e beber o sangue de um touro. Mitras, o deus do Mitraismo, estava “presente” na carne e no sangue do touro, e quando consumido, concedia salvação àqueles que tomavam parte da refeição sacrificial (teofagia, comer o próprio deus). O Mitraísmo também possuía sete “sacramentos”, o que faz com que as semelhanças entre o Mitraísmo e o Catolicismo Romano sejam tão numerosas que não as podemos ignorar. Constantino e seus sucessores encontraram um substituto fácil para a refeição sacrificial do Mitraísmo no conceito da Ceia do Senhor/Comunhão Cristã. Infelizmente, alguns cristãos primitivos já haviam ligado o misticismo à Ceia do Senhor, rejeitando o conceito bíblico de uma simples e adorativa rememoração da morte e sangue derramado de Cristo. A romanização da Ceia do Senhor completou a transição para a consumação sacrificial de Jesus Cristo, agora conhecida como a Missa Católica/Eucaristia.

(3) A maioria dos imperadores romanos (e cidadãos) era henoteísta. Um henoteísta é alguém que crê na existência de muitos deuses, mas dá atenção especial a um deus em particular, ou considera um deus em particular como supremo e acima dos outros deuses. Por exemplo, o deus romano Júpiter era supremo acima do panteão romano de deuses. Os marinheiros romanos eram freqüentemente adoradores de Netuno, o deus dos oceanos. Quando a Igreja Católica absorveu o paganismo romano, ela simplesmente substituiu o panteão de deuses pelos santos. Assim como no panteão romano de deuses havia um deus do amor, um deus da paz, um deus da guerra, um deus da força, um deus da sabedoria, etc, da mesma forma, na Igreja Católica havia um santo “responsável” por cada uma destas coisas, e muitas outras categorias. Assim como muitas cidades romanas tinham um deus específico para ela, também a Igreja Católica providenciou “santos padroeiros” para as cidades.

(4) A supremacia do bispo romano (o papado) foi criada com o apoio de imperadores romanos. Com a cidade de Roma sendo o centro do governo para o Império Romano, e com os imperadores romanos vivendo em Roma, a cidade de Roma alcançou proeminência em todos os aspectos da vida. Constantino e seus sucessores deram apoio ao bispo de Roma como governante supremo da Igreja. Logicamente é o melhor para a unidade do Império Romano que o governo e estado religioso sejam centralizados no mesmo lugar. Mesmo a maioria de outros bispos (e cristãos) resistindo à idéia da supremacia do bispo romano, o bispo romano ascendeu à supremacia, por causa do poder e influência dos imperadores romanos. Quando houve a queda do Império Romano, os papas tomaram para si o título que anteriormente pertencia aos imperadores romanos - Máximo Pontífice.

Muitos outros exemplos poderiam ser dados. Estes quatro devem ser suficientes para demonstrar a verdadeira origem da Igreja Católica. Logicamente a Igreja Católica Romana nega a origem pagã de seus credos e práticas. A Igreja Católica disfarça suas crenças pagãs sob camadas de teologia complicada. A Igreja Católica desculpa e nega sua origem pagã sob a máscara de “tradição da igreja”. Reconhecendo que muitas de suas crenças e práticas são em essência estranhas à Escritura, a Igreja Católica é forçada a negar a autoridade e suficiência da Escritura.

A origem da Igreja Católica é a trágica mistura de Cristianismo com religiões pagãs que o cercavam. Ao invés de proclamar o Evangelho e converter os pagãos, a Igreja Católica “cristianizou” as religiões pagãs e “paganizou” o Cristianismo. Embaçando as diferenças e apagando as distinções, sim, a Igreja Católica se fez atraente às pessoas do Império Romano. O resultado foi que a Igreja Católica se tornou a religião suprema no “mundo romano” por séculos. Contudo, um outro resultado foi a mais dominante forma de apostasia cristã do verdadeiro Evangelho de Jesus Cristo e da verdadeira proclamação da Palavra de Deus.

II Timóteo 4:3-4 declara: “Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.”

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Qual a origem da Igreja Católica?

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